quarta-feira, 29 de maio de 2013

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 25: John's POV


Estava próximo do dia da apresentação do trabalho de história. Eu fui até a casa do Keith, pois fazia muito tempo que eu ele não conversávamos.
- Então, quem você vai convidar para a festa do Roger, Keith? – perguntei.
- Eu estava pensando em chamar a Carol, o único problema, é que ela esta diferente comigo.
- Diferente como?
- Outro dia ela saiu correndo de mim... Sem mais nem menos.
- Sabe Keith, ela deve te achar um galinha, ela gosta de você, mas deve ter medo que você a traia logo em seguida.
- Mas ela é diferente John... Eu não vou fazer isso com ela.
- Já disse isso pra ela?
- Como? Ela não admite que tem ciúmes.
- Aff você é um idiota mesmo...
- Ai quer saber? Eu vou pensar o que dizer á ela na próxima vez que nos vermos.
- Faz bem. Agora eu vou até a casa da Anna, vou convida-la para ir comigo na festa do Roger.
- Tá, tchau.
Sai da casa do Keith, e fui direto para a casa da Anna, ela me atendeu feliz como sempre.
- Oi meu amor. – disse ela.
- Oi querida, que tal irmos até a praça?
Ela concordou, caminhamos de braços dados, até que chegamos ai nosso destino. Sentamo-nos em um banco e eu disse:
- Quero te mostrar uma coisa...
- Ah John, você é todo misterioso. – ela riu. Tirei uma caixinha preta do bolço, ajoelhei na frente dela e disse:
- Comprei essas alianças, para representar nosso namoro, e nosso amor, apesar de todas as brigas que aconteceram.
- Oh Enty... – disse ela, com lágrimas escorrendo nos olhos. Tirei a aliança da caixinha e coloquei no dedo dela, logo em seguida completei:
- E você sabe quem eu vou convidar para a festa do Roger?
Ela balançou a cabeça negativamente, estava muito encantada com o anel, até que completei:
- Quer ir à festa comigo?
- Oh Enty, nem precisa perguntar, você já sabe a resposta. – ela levantou e me abraçou bem forte.

George's POV 

 

- Que absurdo, nunca pensei que você seria capaz disso Paul!
- Mas George... Eu fiz aquilo por amor, amor a Jane...
- Aquela garota não presta, olha o que ela te mandou fazer. Já viu o estado do garoto?
- Claro que não, depois de tudo isso, com que cara eu iria ver ele?
- Você é um idiota Paul.
- Eu sei que eu fiz besteira, mas a Jane que foi a cabeça de tudo isso, eu odeio ela agora, não quero ver ela nunca mais... E também já estou com um pouco de interesse em outra garota, estou até pensando em convida-la para a festa do Daltrey.
- Que garota? Eu posso saber?
- A Mandy...
- Mas a Mandy não está em uns rolos com o Asher maior?
- Não de mais nada George, aquele dia ela me acolheu, cuidou tanto de mim... Coisa que a Asher menor nunca fez.
- Aff essa Jane é mesmo e sempre foi uma bruxa, só você que nunca notou, era cego de amor.
- Quero mais é que ela se dane! Eu me arrependo profundamente do que fiz ao irmão dela.
- George? – uma voz que vinha de fora do quarto interrompeu, era Mary.
- Bom acho que já vou George... – disse Paul.
- Até logo... – respondi.
Paul saiu abrindo a porta para Mary entrar, ele saiu, e começamos a conversar:
- Olá George, desculpa vir sem avisar, pode acreditar, mas eu senti que você tinha algo importante para me dizer, não sei se é destino ou algo do tipo, ou só vontade de te ver mesmo... – dizia Mary sorridente.
- Oh Mary, você pode vir me ver quando quiser, mesmo que seja sem motivo nenhum. – ri. Ficamos em silencio, não parava de olhar em seus olhos. – mas acho que por um lado você estava certa...
- Como assim?
- Na verdade tem uma coisa que eu preciso mesmo te dizer, ou melhor, mostrar.
Os olhos de Mary brilhavam, levantei da cadeira e abri meu armário, tirei de lá um pacote bem grande e entreguei nas mãos dela.
- Oh meu Deus George, o que é isso?
- Abra e descubra. – sorri.
Ela abriu com um sorriso enorme, era um violão, ela ficou tão feliz, seu rosto passava felicidade:
- George! Nossa muito obrigada como conseguiu isso? – dizia ela eufórica.
- Eu dei um jeito e arranjei...
Ela levantou e me abraçou bem forte, pude sentir o cheiro dos seus cabelos, logo em seguida eu disse:
- E eu serei o seu professor.
- Isso com certeza é a coisa que eu mais quero George!
- Agora vou te pedir uma coisa...
- O que?
- Está vendo esse papel preso nas cordas? Então é uma coisa que eu escrevi, é muito importante Mary... Prometa-me que vai ler com atenção e com bom sentimento... Mas não leia aqui, leia quando estiver tranquila e sozinha, e depois me diga o que você pensa sobre isso.
Mary ficou curiosa, estava doida para sair dali e ir direto para a sua casa ler o que havia escrito no papel, mas ao mesmo tempo, ela queria estar ali, comigo. E você se pergunta: O que você escreveu nesse papel? Vou lhe dizer, ela ainda não sabe, mas nesse papel está uma declaração:
“Mary, você é uma garota incrível, bonita e muito inteligente. Menina como você eu nunca vi, não sei se você já notou mas... Eu estou apaixonado por você, estou de verdade. Quando estou com você me sinto o garoto mais feliz do mundo, eu quero você junto a mim em todos os segundos, gostaria de saber o que você sente por mim também...”

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 24: Asher's POV


Não sinto minhas pernas, não sinto nada, minha vista está embaçada, e estou com muita dor no abdômen, preferia que Jane tivesse acabado comigo de uma vez. Ouvi batidas na porta, disse que podia entrar... Mesmo não querendo conversar com ninguém, quando a porta se abriu, era a Holly. Não conseguia a ver muito bem, mas foi bom sentir a presença dela.
- Olá Asher... – dizia ela enquanto se sentava na cama.
- Oi... – mal conseguia falar.
- Soube oque aconteceu, você esta melhor?
- Um pouco... Onde está a Mandy?
- Não sei Peter, desculpe.
Sorri e disse que estava tudo bem.
- Eu não acredito que aquela maldita teve coragem de te fazer isso.
- Eu não quero mais saber dela, eu a odeio.
Holly começou a acariciar meu rosto, era estranho, estava acostumado com esse tipo de tratamento vindo de Mandy... Mas sentia que o tratamento que Holly estava me dando, era mais sincero, e mais verdadeiro, ela quer mesmo me ver bem.
- Peter você vai para a escola amanhã?
- Não Holly... Olha meu estado.
Holly se deitou do meu lado e me fazia carinho.
- Agora eu serei sua melhor amiga, Peter.
Sorri para ela maliciosamente.

Davy's POV

- Então Mike, como anda as coisas?
- Ah boas... – respondeu.
- Hm... E a Alys?
- Oque tem?
- Acha que eu não percebi? Vocês se veem todo dia Nez...
- Por causa do trabalho, Davy.
- Vocês começaram esse treco muito cedo, a essa hora já deve ter acabado, fala a verdade, você gosta dela...
- Ela é legal e tudo mais... Mas não passa disso, mal somos amigos.
- Michael Nesmith, você escreve músicas para ela...
- Como você sabe disso?
- Um passarinho me contou...
- Aff...
- E por falar em passarinhos, você devia leva-la a um show da banda favorita dela, Yardbirds.
- Como você sabe que essa é banda favorita dela?
- Ela também é minha amiga Nez...
- Hipoteticamente, se eu estivesse gostando dela, você acha que se eu a levasse ela iria gostar de mim?
- Nesmith, ela já gosta de você, assim como você já gosta dela, não sou tonto.
- Pare de falar bobagens David...
- Davy! – ouvi me chamarem da porta, era a voz da Nami.
- Bem acho que já vou indo... Você tem mais oque fazer. – disse Mike saindo pelas portas dos fundos. Fui atender a porta.
- Davy, me desculpa por aquele dia... Você ficou irritado.
- Nami a culpa não foi sua, foi do filho da puta do Roger, entra.
Nami entrou e disse:
- Mas então, oque você queria me dizer antes de sermos interrompidos?
- Podemos ir até meu quarto?
Ela arregalou os olhos um pouco assustada, mas concordou, ao entrarmos, nos sentamos na cama, e eu disse:
- Você vai ter que confiar em mim... Não sei como dizer oque esta acontecendo, por isso vou ter de expressar... Feche os olhos.
Nami fechou os olhos, ela estava tremendo, dei um beijo rápido em seus lábios, ela não interrompeu. Comecei a beijar seu pescoço e segurei sua cintura. Voltei a beija-la, mas dessa vez mais intensamente, ela me deitou na cama, e começou a abrir minha camisa e beijar meu peito, logo em seguida, comecei a abrir seu vestido, ela era muito atraente. Comecei a beijar seu corpo todo e ela fazia o mesmo comigo, nossos corpos já estavam um junto do outro... Depois de um tempo, quando tudo acabou, ela disse:
- Acho que entendi oque você queria tanto me dizer...
- Você aceita Nami? Aceita ser minha? – perguntei.
Ela me beijou e disse:
- É oque eu mais quero Davy.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 23: Paul's POV


- Não Jane... Paul, por favor, não façam isso. – dizia Peter quase se ajoelhando pedindo piedade.
- Já cansei disso Peter, você sempre é o queridinho, o lindinho da família, e eu sou a mimada, a odiada. – gritava Jane.
- Malditos sejam, vocês todos! Nunca fui queridinho de ninguém! Pelo contrário, sempre fui o garoto esquisito que ninguém gosta. – gritava Peter.
- Cale a boca seu infeliz. – gritava Jane enquanto puxava os cabelos de Peter fazendo-o mudar de lugar.
- Anda logo Paul! Não temos o dia todo! – repetia Jane.
Fechei minhas mãos, estava preparado para socar Peter Asher diretamente no estomago, ele gritava feito um maluco, e suas lágrimas escorriam até o pescoço, com uma mão Jane segurava seus braços e com a outra seus cabelos, fui forte, e dei-lhe um soco quase que em cima do diafragma, um pouco abaixo, ele gritou e caiu no chão, comecei a chuta-lo mais ainda no estomago. Peter gritava por piedade, Jane apenas ria, eu não queria fazer aquilo, mas se era aquilo que ela queria...
- Vamos Peter! Agora de um chute no rosto! Imagine que bela cena os óculos quebrando e os caquinhos entrando em seus olhos. – dizia Jane rindo sem piedade.
- Jane... Eu não posso fazer isso, já é demais. – respondi com um pouco de receio.
- Seu marica, seu covarde, Paul McCartney! Se você não faz, eu farei sozinha.
Jane apontava seu pé para chutar o rosto de Peter, até que de repente foi interrompida:
- Você está maluca?!
Jane virou-se para trás, não era ninguém menos que Ian.
- Oque você faz aqui seu idiota? Como entra na casa dos outros assim?
- E COMO VOCÊ TRATA SEU IRMÃO ASSIM?
- isso não é da sua conta seu babaca!
- Eu nunca gostei do Peter como meu amigo, garota, mas tratar um irmão de sangue que veio do mesmo lugar que você desse jeito... Você é uma cachorra, uma bruxa, não merece o respeito de ninguém, sua nojenta, espero que se engasgue com seu próprio veneno...
Jane deu um tapa no rosto de Ian, e ele gritou:
- Morra, sua cobra!
Jane começou a lacrimejar de ódio, e Ian veio até mim ameaçando me bater enquanto dizia:
- Você vai pagar caro por isso sei gansinho, não se deve fazer oque você fez com o Peter a ninguém... Eu não sou lá muito amigável, mas violência eu não admito.
Ian ajudou Peter a levantar e o levou para dentro de casa, largou os malditos convites do Roger em cima da mesa. Eu sábia com quem deveria ir falar neste momento.
*toc toc*
- Paul? – disse Holly.
- Preciso falar com você e com a Mandy.
- Ah, entre.
- Oque houve Paul? – perguntou Mandy.
- Eu fiz uma besteira Mandy, uma grande besteira...
- Oque você fez?
- Eu espanquei o Peter Asher...
No momento que Holly ouve essas palavras quase avança em cima de mim, mas Mandy a segura:
- Calma Holly. – disse Mandy - oque aconteceu exatamente Paul?
- Aquela idiota da Jane Asher, quando eu sair daqui, vai terminar tudo com ela! Eu a odeio.
Comecei a chorar, e dane-se oque elas pensarem, Mandy apoiou minha cabeça em seu colo, enquanto acariciava meus cabelos, Holly estava desesperada, perguntava onde Peter estava... Estava começando a achar que ela sentia algo por ele.