domingo, 31 de março de 2013

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 9: Davy's POV


Hey, meu nome é David Jones, mas pode me chamar de Davy, bom, vocês já conhecem o Tork, pois é, hoje é aniversário dele, e como vocês já imaginam, eu esqueci completamente. Droga, ele vai se decepcionar muito comigo... E o pior, é que eu acho que nem o Micky e nem o Mike se lembraram do aniversario do Peter também...

Eu nunca levei esse negocio de aniversario muito a serio... Mas já o Tork... Aí é outra história, sabe, eu já estou cansado dessa vida, sempre tem brigas aqui com os vizinhos, com o pessoal a nossa volta, parece que somos quatro capetas, cara no começo levávamos mais para o lado da brincadeira... Mas sinceramente depois de um tempo isso começa a cansar. Bom agora vou contar para vocês oque aconteceu hoje, no dia do Tork:

Desci as escadas os três já tinham acordado... Passei direto por eles e fui para a caixa de correio, recolhi vários cartões para o Tork, só me lembrei que era aniversário dele por causa dos recados escritos nos envelopes... Entrei de volta e gritei:

- PETER!! PARABÉNS! – me pendurei nele como faço com todo mundo, afinal sou o menor, e ele respondeu:

- Ah Davy, muito obrigado, achei que tinha esquecido.

Depois disso Micky e Mike também desejaram feliz aniversário ao Tork... E dissemos a ele que mais tarde iriamos comprar um presente de aniversário. Mas antes de sairmos resolvemos ler as cartas que Tork recebeu. Micky disse:

- Hey Peter! Você recebeu uma carta de Londres.

- De Londres? Mas não conheço ninguém de lá. – disse Tork.

- Acho melhor você abrir. - eu disse.

Tork abriu e fez uma cara estranha, então Mike perguntou:

- Que cara é essa?

- Erraram minha idade feio, olhem isso:


“Parabéns pelo seu 65° aniversário.”
Com Amor, Alys.


- Mas Peter, quem é Alys? – perguntei.

- Não sei, devem ter errado o endereço.

- Você vai responder a carta? – perguntou Micky.

- Claro que vou... Quem sabe não acabo fazendo amigos em Londres... Vamos ser transferidos para lá mesmo.

Nossa escola iria nos transferir para uma unidade em Londres... Já que morávamos sozinhos, eles acham que nos mandar para outros país vai resolver todos os nossos problemas e blá blá blá... Mas não acho que se mudar para Londres seja uma ideia tão ruim assim... Quem sabe até seja uma vida melhor...

Então Tork iria responder a carta para a Alys, ele escreveu:

“Alys, você me mandou uma carta falando parabéns pelo meu aniversário, mas você só acertou a data. Acho que você errou o endereço. Mas mesmo assim vou me apresentar, meu nome é Peter Tork... Sou dos Estados Unidos, como vai você?”

Embrulhamos, escrevemos o remetente no envelope e o enviamos direto para Londres.

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 8: George's POV


Olá, acho que sou um dos últimos que falta para se apresentar.  Meu nome é George Harrison, sou amigo do Paul. Como todos já sabem a Jane Asher não trata o Paul nem um pouco bem... Mas na boa, estou pouco me lixando para o Paul, oque me deixa muito triste com aquela Jane Asher e até mesmo com o Paul, é oque eles fazem com o Peter. Vocês não imaginam oque aquela garota faz com ele... Uma vez ela estava com tanto ódio que o Peter tinha ganhado um presente dos tios deles, mas eles não deram nada para ela. Sabem oque ela fez? Quando os tios dela foram embora, ela mandou o Paul bater no Peter, gente o garoto saiu sangrando, eu fui o único que o acolhi... Os pais deles mal ligam para eles... Mas enfim, vamos parar de falar deles, vou continuar narrando.

Jane e Paul tinham ido embora, estava apenas eu e a amiga da Belle lá atrás daquela arvore, então eu comentei:

- Essa Jane não tem jeito...

- Ela é um monstro. – disse ela.

Fiquei quieto e Mary continuou:

- Desculpe, eu sei que ela é sua amiga.

- Na verdade não, só o Paul mesmo.

- Ah sim, qual seu nome afinal?

- Me chamo George. E você?

- Mary Anne.

- O nome é tão bonito quanto à dona dela.

Ela riu envergonhada, então completei:

- Ah Mary, agora vou ter que ir... Boa noite, até logo.

- Ah, boa Noite George.

Dei um beijo no rosto dela. E fui embora.

Eu nunca tinha conhecido uma garota como ela, cheguei em casa e não parava de me lembrar do olhar daquela menina. Peguei meu violão e comecei a tocar notas paralelas, estava tentando compor alguma coisa para a Mary. Quem sabe iria acontecer algo entre a gente... Aposto que ela iria adorar se soubesse que estou compondo algo para ela.

¨¨¨¨

No dia seguinte acordei bem cedo... Quando sai de casa, adivinhem quem estava passando por lá, isso mesmo, Mary. Gritei:

- Hey Mary!

- Ah, oi George. - disse ela sorridente.

- Mary, você gosta de musica?

- Eu amo música George... É uma pena que eu não saiba tocar nada muito bem.

- Ah, porque eu queria te contar, que estou compondo uma música, e acho que ela é sobre você.

- Como assim você acha que ela é sobre mim? – disse ela surpresa.

- Ah eu estava pesando em você ontem, depois que fui embora, e comecei a compor.

- Hm, e eu posso escutar essa música?

- Claro! Passe na minha casa depois da aula... Podemos voltar juntos.

- Oh George, mas é claro.

- Posso te acompanhar até a escola?

-  Pode sim.

sábado, 30 de março de 2013

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 7: Roger's POV


Acho que ainda não me apresentei, meu nome é Roger Daltrey, e vocês já estão cientes de todo aquele mimimi que aconteceu hoje na escola. Depois que a Alys foi embora, o John não calava a boca, ficava dizendo pra mim, pro Pete e pro Keith o que ele sentia pela tal Anna, que a Alys era só diversão, e sei lá oque até que eu falei “John, cala a boca.” Isso foi na hora da saída, comecei a caminhar em direção ao portão da escola. Lá estava vazio, só via uma pessoa, mas não sabia quem era, quando me aproximei de lá eu ouvi:

- O-oi Roger. – uma voz bem doce falou. Virei-me. E adivinhe quem era. Belle. Então eu respondi:

- Oi Belle, poxa, oque você está fazendo aqui sozinha?

- Estava esperando as meninas para irmos embora... Mas até agora não apareceram, já devem ter ido sem mim.

- Ah Belle, se quiser eu posso te acompanhar.

- Eu quero sim Roger. – disse ela.

Nunca vi ela com um sorriso tão grande no rosto, começamos a caminhar, eu pedi para levar os livros dela, poxa gente, ser cavalheiro uma vez na vida não faz mal. Já estava ficando escuro, mas eu conseguia ver os olhos de Belle brilhando, eu nunca tinha notado como ela era bonita. Estávamos em silencio desdá hora que saímos da escola. Estava frio, então dei meu casaco para ela se aquecer, coloquei meu braço sobre os ombros dela, estávamos andando abraçados.

Andávamos tranquilamente, no meio do caminho encontramos Mary Anne amiga da Belle, ela disse:

- Acho que te encontrei em má hora Belle. – ela riu.

No mesmo instante tirei meus braços dos ombros da Belle, eu estava vermelho, e ela mais ainda, então nós três continuamos andando. Quando estávamos quase chegando ao quarteirão onde Belle morava, escutamos uns berros vindos de trás de uma arvore. Quando fomos ver, não era ninguém mais que Jane Asher, Paul e George. Jane ria alto, era uma escandalosa, com certeza estavam rindo da desgraça de alguém. Cheguei lá e disse:

- Garota melhor avisar para o seu namorado tomar cuidado com microfones, que eles sempre estejam longe de você. Amem.

- Cala a boca cara de buceta. – disse ela, como se eu ligasse para oque ela me dissesse. Então eu disse:

- Sua vaca, espero mais é que morra de intoxicação alimentar. Aff, vou embora daqui.

Sai de lá e Belle foi atrás de mim, ela disse que não era para eu ligar para oque a Jane dizia, dei um beijo na bochecha dela de despedida, ela corou e falou:

- Até amanhã Roger.

- Até amanhã. – respondi, e falei bem baixinho – minha pequena.

Acho que ela não ouviu.  Mary Anne ficou lá com os três, e Jane disse para o Paul:

- Vamos embora Paul! Estragaram meu dia.

Ela foi embora e Paul como um cachorrinho foi atrás dela. Pelo que eu vi acho que a Mary ficou lá conversando com o George... Só não sei por quanto tempo exatamente.

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 6: Asher's POV


Olá de novo pessoal, então, vocês já sabem oque acabou de acontecer lá na escola, aquele maldito, aquele monstro aquele... Aquele... Eu nem sei como posso chama-lo. Vocês nem imaginam o ódio profundo que eu estou sentindo daquele garoto, quem ele pensa que é magoando assim a Alys, eu prometo a mim mesmo que eu nunca vou deixar ninguém nunca mais fazer isso com ela, NUNCA, ela não merece isso, ela é uma garota tão perfeita cara, não sei como ela pode ter sido rejeitada daquele jeito... Ok, eu acho que você já notou que eu tenho uma queda pela Alys, eu sempre gostei dela na verdade, mais que uma amiga, mas acho que ela nunca vai gostar de mim desse jeito... Mas eu sempre estarei ao lado dela, eu nunca vou deixar que nada de mal a aconteça. Eu amo ela. Amo ela mais que a minha própria irmã. Mas então... Vou contar a vocês oque aconteceu depois daquela briga:

Sai correndo atrás da Alys, ela estava desesperada, corri rápido segurei o braço e disse:

- Alys, se controla, aquele garoto não é ninguém, ele é um merda, não merece que você derrame lagrimas por ele.

- Peter, você não entende, você não sabe de nada... Você nunca amou ninguém. – ela disse, eu fiquei completamente mudo olhando pra ela. Ficamos por alguns segundos em silencio, e ela se soltou e saiu correndo para a casa dela, e eu fui atrás dela, eu sei que por mais que ela não quisesse companhia, eu tinha de estar lá para ajuda-la.

Ela entrou em casa e eu estava atrás, logo que ela chegou estava correndo para o seu quarto, mas sua mãe gritou:

- Alys, por que você chegou tão cedo?

Alys não disse nada, estava chorando muito, apenas balançou a cabeça negativamente, a mãe dela sabia que havia algo de errado, então decidiu não discutir, ela apenas disse:

- Bom, só não se esqueça de que amanhã é aniversario do seu tio avo que mora nos Estados Unidos, ele vai fazer 65 anos, mande uma carta para ele e...

Antes que a mãe dela terminasse de falar ela saiu correndo, eu fui atrás dela, entrei no quarto ela estava deitada na cama chorando, sentei do lado dela e disse:

- Alys não fica assim, por favor. – passava a mão nos cabelos dela. Ela não para de chorar, então eu disse:

- Alys, quer que eu escreva a carta para o seu tio?  - ela não me respondeu, levantei sentei na escrivaninha e escrevi:


“Parabéns, pelo seu 65° aniversário!”

Com amor, Alys...


- Pronto Alys... Agora só falta enviar. – ela ainda estava chorando, deitei do lado dela, e a abracei por trás, acho que ela nem notava que eu estava lá, mas mesmo assim foi uma das melhores coisas que já fiz na minha vida, abraça-la.

Fiquei lá com ela por mais de 2 horas, ela já estava mais calma, eu falei:

- Alys agora eu tenho que ir, até logo...

- Peter, por favor, peça o endereço do meu tio com a minha mãe e coloca a carta no correio para mim? Por favor. – ela disse.

- Ah, claro Alys.

Ela se levantou e me abraçou me deu um beijo na bochecha e disse:

- Você é meu melhor amigo Peter Asher, e sempre será.

Sorri, e desci as escadas, cheguei para a mãe dela e perguntei o endereço, a mãe dela disse, eu anotei, na maior correria, pois já estava atrasado. Sai correndo da casa da Alys e coloquei a carta no correio. E fui caminhando em direção a minha casa.

Quando estava quase chegando avistei a Carol sentada em um banco no ponto de ônibus, me aproximei e disse:

- Oi Carol.

- Ah, Oi Asher. – ela respondeu.

- Que estranho.

- Oque?

- Não vai me chamar de cabeça de cenoura cabelo de ferrugem?

- Ora Peter, você sabe que eu nunca te chamei assim.

- Obrigado hehe.

Ela estava quieta, então eu disse:

- Ei, oque você tem garota?

- É que tem um garoto que é muito afim de mim... E eu também gosto dele.

- Bom, até agora não sei qual o problema dessa situação dona Carolina.

Ela riu e continuou:

- É que eu o acho meio... Digamos, meio que um garoto galinha.

- Um garoto galinha? Nossa! Ele tem penas?

Ela riu de novo e falou:

- Peter você entendeu. – disse ela sorrindo.

- Ah Carol, você podia pelo menos tentar, se ele gosta mesmo de você, poxa melhor você sair com ele... Aí poupa o sofrimento dos dois.

- Esse é o problema, será que ele me ama mesmo ao ponto de estar sofrendo na minha ausência?

- Você mesma pode ver isso... Observe-o.

- Hm.

- Eu se fosse você já estaria com ele há muito tempo. Posso fazer uma pergunta?

- Pode.

- Quem é esse garoto?

- O Keith.

- Ah, você deve ser uma pessoa muito especial para ter conseguido conquistar o coração de Keith Moon.

Ela riu então eu falei:

- Carol agora eu tenho que ir, tchau, boa sorte com o Keith.

- Ah Peter!

- Oque?

- Obrigada.

- De nada. – sorri.