sexta-feira, 12 de abril de 2013

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 12: Keith's POV



Estava anoitecendo, e eu estava sentado na varanda de casa sem nada oque fazer, estava sentado lá pensando na vida... E na Carol, claro. Aquela garota meche comigo, pena que seja tão difícil conquista-la. Ela não é como essas putinhas que eu já fiquei, ela quer algo sério de verdade... Uma coisa que eu não sei se serei capaz de dar a ela... Amor eterno e verdadeiro.

Não paro de pensar nela, e acho que por uma mera coincidência do destino, vi ela passando na calçada, então gritei o nome dela, ela olhou para mim e tentou disfarçar, mas antes que fugisse consegui me aproximar e falei:

- Hey!

- Oi... – disse ela, em um tom seco.                                   

- Não vai me abraçar?

- Para que eu faria isso?

- Ora, estudamos juntos, seria uma forma de comprimento, já que nos conhecemos. – olhei maliciosamente para Carol, e ela continuou:

- Não vou abraçar você, pode esquecer.

- E beijar?

- Aff garoto, muito menos beijar você. Não sei como consegue pegar tantas garotas, você tem atitude de um pervertido.

- Mas eu sou pervertido. – ri. Ficamos em silencio por alguns segundos, até que perguntei:

- Não gostaria de ir visitar a minha casa? É logo ali.

- Não. – ela disse.

- Não quer por quê?

- Porque não.

Puxei o braço dela quase a arrastando para dentro da minha casa, ela ficava dizendo “me larga seu maldito”, mas eu a ignorava, ela tinha que entrar lá comigo. Quando consegui colocar ela na sala de estar, ela gritou:

- ENLOQUECEU FOI?

- Meu amor, eu sempre fui louco.

- Não me chame assim seu cretino.

Logo depois que ela falou isso, começou a cair um temporal, tipo, do nada, o destino estava ao meu lado. A chuva estava muito forte, então comentei:

- Hm, você não pode ir embora nessa chuva.

- Mas eu vou! Nem que eu seja arrastada por essa correnteza.

- Não vou deixar você ir. Estou falando sério.

- Tá bem garanhão, e oque pretende fazer enquanto chove desse jeito? Tenho quase certeza que você não curte ler livros.

- Você gosta de livros?

- Claro!

- Bem... Você acertou, eu não gosto de ler... Porem sei algo perfeito para fazermos enquanto chove.

- Oque? – disse ela desinteressada.

- Lhe mostrar meu quarto.

Ela me olhou meio desconfiada, mas como não tinha outra escolha aceitou, ela me seguiu até o andar de cima de casa, meus pais não estavam.

Chegamos ao quarto, e ela foi direto para a estante de vinis onde ficava perto dos gibis, então ela disse:

- Nossa Keith! Nunca imaginei que seu quarto fosse assim.

Ouvíamos o barulho da chuva caindo e dos trovões lá fora, me aproximei dela quase que a abraçando por trás e falei:

- Viu? Você me julgava apenas um tarado que não tinha cultura em nada, que só pensa em peitos ou algo do tipo.

- Mas você é um pervertido que só pensa em peitos Keith Moon. – disse ela, nós dois rimos. Ela ficou me olhando por alguns segundos dentro dos meus olhos, mas logo em seguida abaixou a cabeça. Toquei no rosto dela e comecei a acariciar, ela estava vermelha de tanta timidez.

Comecei a beijar o rosto dela carinhosamente, até chegar ao seu pescoço, depois disso ela me roubou um beijo de língua. AH nunca pensei que ela iria ter essa atitude, não mesmo! E vocês acham que eu a interrompi? Pelo contrario, começamos a nos beijar mais intensamente, estávamos ficando empolgados he he he, ela me jogou na cama e começou a tirar a minha roupa, e eu, é claro, fiz o mesmo com ela. (¬v¬). Depois de alguns segundos, vocês já devem saber oque aconteceu... Bem eu vou contar a vocês que não foi a primeira vez que fiz isso na minha vida. Eu sei que para ela foi... Pode não ter sido a minha primeira vez, mas foi diferente das outras que eu tive, era como se tivesse algo especial. Eu a beijava inteira, e ela fazia o mesmo comigo...

Depois de algum tempo nos abraçamos e adormecemos. Ali mesmo.

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