Estava
anoitecendo, e eu estava sentado na varanda de casa sem nada oque fazer, estava
sentado lá pensando na vida... E na Carol, claro. Aquela garota meche comigo,
pena que seja tão difícil conquista-la. Ela não é como essas putinhas que eu já
fiquei, ela quer algo sério de verdade... Uma coisa que eu não sei se serei
capaz de dar a ela... Amor eterno e verdadeiro.
Não paro de pensar nela, e acho que
por uma mera coincidência do destino, vi ela passando na calçada, então gritei
o nome dela, ela olhou para mim e tentou disfarçar, mas antes que fugisse
consegui me aproximar e falei:
- Hey!
- Oi... – disse ela, em
um tom seco.
- Não vai me abraçar?
- Para que eu faria isso?
- Ora, estudamos juntos, seria uma
forma de comprimento, já que nos conhecemos. – olhei maliciosamente para Carol,
e ela continuou:
- Não vou abraçar você, pode esquecer.
- E beijar?
- Aff garoto, muito menos beijar você.
Não sei como consegue pegar tantas garotas, você tem atitude de um pervertido.
- Mas eu sou pervertido. – ri. Ficamos
em silencio por alguns segundos, até que perguntei:
- Não gostaria de ir visitar a minha
casa? É logo ali.
- Não. – ela disse.
- Não quer por quê?
- Porque não.
Puxei o braço dela quase a arrastando
para dentro da minha casa, ela ficava dizendo “me larga seu maldito”, mas eu a ignorava,
ela tinha que entrar lá comigo. Quando consegui colocar ela na sala de estar,
ela gritou:
- ENLOQUECEU FOI?
- Meu amor, eu sempre fui louco.
- Não me chame assim seu cretino.
Logo depois que ela falou isso,
começou a cair um temporal, tipo, do nada, o destino estava ao meu lado. A
chuva estava muito forte, então comentei:
- Hm, você não pode ir embora nessa
chuva.
- Mas eu vou! Nem que eu seja
arrastada por essa correnteza.
- Não vou deixar você ir. Estou
falando sério.
- Tá bem garanhão, e oque pretende
fazer enquanto chove desse jeito? Tenho quase certeza que você não curte ler
livros.
- Você gosta de livros?
- Claro!
- Bem... Você acertou, eu não gosto de
ler... Porem sei algo perfeito para fazermos enquanto chove.
- Oque? – disse ela desinteressada.
- Lhe mostrar meu quarto.
Ela me olhou meio desconfiada, mas
como não tinha outra escolha aceitou, ela me seguiu até o andar de cima de
casa, meus pais não estavam.
Chegamos ao quarto, e ela foi direto
para a estante de vinis onde ficava perto dos gibis, então ela disse:
- Nossa Keith! Nunca imaginei que seu
quarto fosse assim.
Ouvíamos o barulho da chuva caindo e
dos trovões lá fora, me aproximei dela quase que a abraçando por trás e falei:
- Viu? Você me julgava apenas um
tarado que não tinha cultura em nada, que só pensa em peitos ou algo do tipo.
- Mas você é um pervertido que só
pensa em peitos Keith Moon. – disse ela, nós dois rimos. Ela ficou me olhando
por alguns segundos dentro dos meus olhos, mas logo em seguida abaixou a
cabeça. Toquei no rosto dela e comecei a acariciar, ela estava vermelha de
tanta timidez.
Comecei a beijar o rosto dela
carinhosamente, até chegar ao seu pescoço, depois disso ela me roubou um beijo
de língua. AH nunca pensei que ela iria ter essa atitude, não mesmo! E vocês
acham que eu a interrompi? Pelo contrario, começamos a nos beijar mais intensamente,
estávamos ficando empolgados he he he, ela me jogou na cama e começou a tirar a
minha roupa, e eu, é claro, fiz o mesmo com ela. (¬v¬). Depois de alguns
segundos, vocês já devem saber oque aconteceu... Bem eu vou contar a vocês que
não foi a primeira vez que fiz isso na minha vida. Eu sei que para ela foi...
Pode não ter sido a minha primeira vez, mas foi diferente das outras que eu
tive, era como se tivesse algo especial. Eu a beijava inteira, e ela fazia o
mesmo comigo...
Depois de algum tempo nos abraçamos e
adormecemos. Ali mesmo.

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