quarta-feira, 15 de maio de 2013

Apples, peaches, bananas and pears. - cap. 21: Pete's POV


Cheguei à casa da Gabrielle, além de termos combinamos de tirarmos as fotos, estávamos no mesmo grupo no trabalho de historia. Cheguei até a casa dela:
- Hey.
- Olá Pete. – disse ela.
- Então... Acha que minha roupa está boa para as fotos?
- Estão ótimas. – ela riu.
Entramos em seu quarto, estava meio bagunçado, mas mesmo assim era aconchegante, lá dentro havia uma espécie de estúdio de fotografia, bem pequeno, e o quarto escuro onde revelava as fotografias. Ela me disse aonde eu deveria me posicionar, ela posicionava meus membros, e nossos olhares se cruzavam várias vezes.
O ensaio fotográfico começou, e a melhor parte era que eu não devia tirar os olhos da câmera (ou seja, da fotografa) e tenho quase que 100% de certeza de que ela ficava me olhando diretamente nos olhos por trás daquelas lentes.
- As fotos ficaram ótimas, Pete! – disse ela.
- Também, com uma fotografa dessas, como não ficaria? – respondi.
Ela sorriu e disse que iria me enviar as fotos por correio quando as revela-se. Depois disso fomos até a biblioteca. Parece que todos tiveram a ideia de ir até a biblioteca no mesmo dia, eu e Gabi nos sentamos e começamos a procurar os livros.

Keith’s POV



Vocês acreditariam se eu dissesse que eu estou no mesmo grupo que a Carol? Eu também mal acreditei quando ela aceitou, ela não falava comigo há dias, desde quando aconteceu... Bem até agora não tocamos nesse assunto, e é melhor continuar assim, por enquanto.
- Keith, você bem que podia olhar para o caderno ao invés de olhar para mim pelo menos por dois segundos... – disse ela.
- Você está querendo demais, já basta eu estar perdendo meu sagrado tempo pesquisando coisas sobre antigos cavaleiros da idade média e pipipi.
- É... Mas lembre-se que isso vale um terço da nota de história.
- E isso vale dois terços do meu tempo.
- Se você falasse isso na idade média pode acreditar que iria ser queimado na fogueira da inquisição, Keith. – ela riu.
- Eu sei que se isso acontecesse comigo você iria me socorrer. – respondi convencido.
- Pode acreditar que não.
Dei um selinho nela discretamente, ela ficou em silencio, então eu disse:
- Nem se fosse recompensada com um desses?
- Muito menos depois de um desses...
- Por que...
- Oque?
- Você me trata assim? Sou tão insuportável desse jeito?
- Olha Keith... Eu...
Antes que ela terminasse de falar, levantou fechou os livros e saiu correndo da biblioteca, fiquei observando ela correr, com cara de parede... Sem saber oque fazer.

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